Temos um casal de amigos americanos, a Jeniffer e o Derek, que já possuíam um filho legítimo, o Sam e adotaram um outro bebê, menino também, que chamaram de Henry. Os pais eram bem brancos. Sam, o mais velho tinha a pele branca, branca, branca; já Henry, era bem negrinho. Em visita ao Brasil, a família nos visitou para nos apresentar o novo membro da família. Chegando em casa, mostramos ao Guilherme (na época com 3 anos de idade) o bebê e dissemos que aquele era o irmãozinho de Sam. Então Guilherme olha pra um e pra outro, repetindo esse movimento diversas vezes, curioso. Então, vira-se pra mim e diz: " -Mãe, ele nasceu de dia e o outro nasceu de noite?"
domingo, 3 de abril de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Mãe, compra?
Estavam minha irmã Luciene e minha mãe num ônibus. Lu em fase de alfabetização, querendo ler tudo o que via pela frente, ia na janela do ônibus lendo tudo o que conseguia, em voz alta. De repente, ao ler o anúncio na janela de um prédio, leu, sôfregamente:"-Vende-se um PATO,- e emendou- Mãe, compra?"..isso em voz bem alta, o que fez com que minha mãe os demais passageiros, curiosos com o que ouviram, virassem para o anúncio para conferir. Ouviu-se então gargalhada coletiva; estava escrito: "Vende-se um apto". (para as crianças leitoras desse blog, apto é abreviatura de apartamento).
terça-feira, 22 de março de 2011
Frases e trocadilhos...

- Do Guilherme: chega na sala com uma camisa do pai, bem comprida, como uma túnica, esfregando com uma das mãos o queixo e solta: " - Pelas barbas do TROFETA!"...
*********************************************************
- Bruno, veterinário amigo meu, quando criança (sim, juro que não foi agora quando adulto, embora não exista muita diferença quanto ao comportamento do indivíduo...), em visita ao Zoológico com seu pai, diante do recinto do elefante, que se encontrava na ponta da cerca, se equilibrando: "- Olha, pai, o elefante na ponta da beirada!".**********************************************************************************

- Do Guilherme: em cima da cama, olhando pela janela, em direção ao Corcovado, de braços abertos: '-Eu sou o Cristo REBENTOR!".
segunda-feira, 21 de março de 2011
Tá escrito aqui!
Alexandre, meu esposo, em uma de suas incursões ao supermercado em companhia de Gabriela (3 anos), tenta dissuadí-la de pegar produtos nas prateleiras (tarefa nada fácil, diga-se de passagem). Passando pelo "pior"dos corredores, o de biscoitos e balas, Gabriela pega um pacote bem colorido e põe no carrinho. Então o pai toma o pacote nas mãos e diz:" - Deixa eu ver o que é que é isso... Ih.. esse você não pode comer, olha. Está escrito aqui: CHICLETE!". Então, contrariada ela devolve o pacote e traz outro, dizendo: "-Esse aqui pode, ó - e, com o dedinho escorregando pelo pacote, como se estivesse lendo, continua - tá escrito: B-A-L-A !!!! Pena que minha filha não é esse prodígio de ler aos 3 anos; já em matéria de manipular adultos...
domingo, 20 de março de 2011
Não fale assim, papai!
Essa foi enviada por um grande amigo meu de infância, o Paulo Sérgio, que tem dois filhos lindos. Estava ele subindo uma ladeira e o carro, obviamente, perdeu a velocidade. A rua estava vazia; um cara atrás buzina, impacientemente. Paulo pensa em voz alta:"- Babaca... passa pelo lado". Nilo, filho dele:"- Não fale assim papai! Paulo:" - É mesmo, Nilo, desculpe, falei palavrão! E Nilo continua:"- Você tem que falar mais grosso!!! assiim: BABACAAAA!!!!
sexta-feira, 18 de março de 2011
Nova marchinha de carnaval
Sabe aquelas músicas que, ainda que em português, muitos não conseguem "decifrar" alguns trechos, cantando cada um de um jeito? Pois bem, em um determinado ano, após alguns blocos de carnaval , ouvindo variadas marchinhas com seus refrões repetitivos, pego o Guilherme em casa cantarolando: " Ê, ê, ê ê ê, índio quer a pizza, se não der o pão vai comer!!"... Do original: "- Ê, ê, ê ê ê, índio quer apito, se não der o pau vai comer!"
Esse puxou ao pai, que vive trocando letra de músicas. Um exemplo é aquela do Djavan, onde Alexandre, o pai, canta: "-Vou andar, vou voar, pra ver o mundo, grmmshhes(som indecifrável que ele emite pra enrolar e ganhar tempo)...o mar, teixerinha o que eu tenho de fundo.."(?????), do original: "Vou andar, vou voar, pra ver o mundo; nem que eu bebesse o mar, encheria o que eu tenho de fundo". Fica esclarecido pra quem também nunca soube o que o cantor falava.
Esse puxou ao pai, que vive trocando letra de músicas. Um exemplo é aquela do Djavan, onde Alexandre, o pai, canta: "-Vou andar, vou voar, pra ver o mundo, grmmshhes(som indecifrável que ele emite pra enrolar e ganhar tempo)...o mar, teixerinha o que eu tenho de fundo.."(?????), do original: "Vou andar, vou voar, pra ver o mundo; nem que eu bebesse o mar, encheria o que eu tenho de fundo". Fica esclarecido pra quem também nunca soube o que o cantor falava.
Você quer mais batatas?
Essa é de um filho de uma amiga da Nana, minha cunhada. Estavam todos almoçando na casa do meu sogro, incluindo essa amiga e seu filho (não sei a idade). Num determinado momento alguém oferece ao menino: "-Você quer mais batatas?". O menino responde: "-Não." Diante da resposta sêca do filho, a mãe pergunta ao mesmo:"-Como é que se fala?". Então o menino responde, em alto e bom som (gritando): " NÃO!!!!!!".
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Diego querendo dirigir...

Diego, filho da minha irmã mais velha, vivia insistindo com o pai que queria dirigir o carro sozinho. Não se conformava de apenas ficar no colo dele brincando de dirigir.
Estava ele um dia parado em frente a loja do pai quando um carro pára no estacionamento e desce do carro um homem anão, bem pequenininho. Indignado, Diego vira pro pai e diz:"Viu, o pai dele deixa ele dirigir!!". Hoje Diego já é moço e dirige pra todo lado.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Gabriela, o que tem na boca?
Estava Gabriela a brincar com peças de montar, supervisionada pela Lila, nossa fiel funcionária. De repente Lila percebe que Gabriela fazia movimentos com a boca e, preocupada se a criança não havia colocado alguma das peças na boca perguntou: "Gabriela, abre a boca pra mim!" . Teimosa que é, virou pro lado com os lábios cerrados. Insiste Lila: " Deixa eu ver o que você tem na boca!". Gabriela permanece com a boca fechada. "-Gabriela, o que você tem na boca?" Vencida pelo cansaço ela abre bem a boca e mostra: "-Dente, olha!!". Não havia nada, só os dentes realmente...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Gustavo no elevador
Estávamos eu e Gustavo no elevador para subir ao apartamento do meu sogro, quando um homem de descendência oriental (japonês) abre a porta no último instante e adentra o elevador e me cumprimenta. Senti que o Gustavo não parava de olhar para aquele homem e, não contendo sua curiosidade me pergunta cochichando, mas não o suficiente para que nosso companheiro de elevador não ouvisse: "-Mãe, ele é Argentino??" kkkkkkk. Nem o japonês que costuma ser reservadíssimo em manifestações públicas segurou a gargalhada...
Gabriela educadora
Estava Gabriela brincando com suas bonecas e eu, sua mãe, sentada ao computador. Colocou suas "meninas" todas em círculo e chamando-as por nomes dizia: "- Muito bem, você comeu tudo!". De vez em quando eu ouvia ela ralhar com uma delas: "Ana Beatriz, pára de chorar?" e seguia conversando com outras, elogiando-as. Mas a tal Ana Beatriz continuava: "Ana Beatriz, eu já falei pra você parar de chorar!". Eu me mantinha quieta, me divertindo com aquilo, pois a entonação que ela dava era a mesma que eu mantinha quando ela, a Gabriela estava fazendo manha. Muito comum uma frase minha nessas ocasiões era: " Gabriela, só te dou o que você quer se você parar de chorar!". De repente, ela pega a boneca Ana Beatriz e arranca sua cabeça; escondendo-a atrás de si, falou: "Só coloco sua cabeça de volta se você parar de chorar!!" Cruzes, ainda bem que ela só tinha 3 anos. Acho que preciso fazer análise por causa disso! kkkkkk
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Gustavo, 2 anos
Haloween
Ainda o Guilherme....a caminho da creche, no dia da festinha de Haloween, todo entusiasmado fantasiado de morte...(capa preta e uma máscara daquela de "O Espanto" e um tridente na mão), ao virar a esquina se depara com o baleiro, que ao vê-lo solta um comentário:"- Nossa, que máscara feia!". Ele, sem pestanejar, responde: "Pior você, que assusta sem máscara!". Iracema, morrendo de vergonha o puxa pelo braço, não sabendo onde enfiar a cara.
domingo, 11 de outubro de 2009
Guilherme, com 3 anos (Eliane e Alexandre)
Então minha empregada lhe perguntou pra onde ele tinha ido.
- Fui no "Palhaço do Cacete!"- disse Guilherme, com orgulho.
Minha empregada, evangélica que é, arregalou os olhos e me olhou.
- Ele foi para o PALÁCIO DO CATETE, Iracema - acalmei-a.
Assinar:
Postagens (Atom)






